Decision Report, 31/03/2010
Terceira maior instituição financeira espanhola, o Banco Popular acaba de adotar a solução Informatica Data Quality, da Informatica Corporation, para melhorar a qualidade dos dados processados pela companhia e aumentar a eficácia de suas campanhas de negócios.
Essa implementação é parte de uma iniciativa em andamento que visa ao aperfeiçoamento das operações do banco e à atração e retenção de clientes. A nova ferramenta ajudará a companhia a oferecer produtos sob medida e de forma oportuna à base de clientes.
Em dezembro de 2008, o banco estabeleceu, junto com o departamento de TI, uma divisão com a finalidade de examinar a qualidade das informações utilizadas. Isso foi feito devido à consciência de que os clientes devem ser abordados com ofertas de produtos que realmente atendam a suas necessidades. Para isso, precisão é indispensável.
A Divisão de Qualidade do banco publica, mensalmente, um Índice de Qualidade de Dados baseado em 23 variáveis, que assegura a completude e a fidelidade das informações. Essas 23 categorias incluem campos como nome, data de nascimento, formação e os códigos CNAE (classificação nacional de atividades econômicas) e CNO (título profissional).
Todos esses campos são classificados como obrigatórios, necessários ou desejáveis, ou seja, são ligados a questões de conformidade regulatória, a requisitos de negócios e a informações úteis em relação a preferências e interesses do cliente.
Processo otimizado
Antes da implementação do Informatica Data Quality, a distinção entre os tipos de variações era feita por meio de programação manual, um processo de grande complexidade devido ao acréscimo de novos requisitos. Por essa razão, o Banco Popular avaliou diversas ferramentas de automação de qualidade de dados optando pela solução da Informatica Corporation.
Como o Banco Popular Group já utilizava outra ferramenta da companhia, o Informatica PowerCenter, para fazer a integração de dados provenientes de todos os sistemas do banco, foi possível reaproveitar a estrutura desenvolvida para esse projeto.
“Em vista dos resultados obtidos em uma prova de conceito com 280 mil registros, o Banco Popular escolheu o Informatica Data Quality”, afirma o diretor da Divisão de Qualidade do Banco Popular, Alberto Romero. As vantagens proporcionadas pelo software incluem um dicionário completo dos domínios existentes, que é essencial para lançar ofertas por e-mail, e o fato de ser muito fácil de usar, mesmo quando os usuários não têm formação técnica.
Motivada com os resultados da prova de conceito, a instituição pretende fazer com que a solução seja usada pelas áreas de negócios. “Nosso intuito é envolver as pessoas da área de negócios — das agências às diretorias regionais — para que essa disciplina não seja mais vista como uma tarefa que compete exclusivamente ao departamento de TI. Isso também torna as estratégias de negócios mais eficazes”, complementa.
Automação e economia de tempo
Uma das maiores vantagens da implementação prevista para 2010 é aumento da independência e autonomia da Divisão de Qualidade da instituição, que se tornará capaz de definir suas próprias regras sem depender do cronograma das equipes de desenvolvimento. É esperado, ainda, que o nível de qualidade de dados registrado no relatório mensal chegue a 90% em todas as variáveis - atualmente esse valor gira em torno de 74%.
Da mesma forma, a automação do processo como um todo resultará em significativa economia do tempo gasto pela equipe técnica da Divisão de Qualidade, que poderá se dedicar a análises aprofundadas de todas as informações. Além disso, a solução reforçará a capacidade da empresa para acompanhar as mudanças nos requisitos regulatórios que dizem respeito ao gerenciamento e à proteção de dados no setor financeiro.
Fonte:
http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=6163&sid=1
quinta-feira, 1 de abril de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Quadrante Mágico para Ferramentas de Integração de Dados - Gartner NOV/2009
Pessoal,
Segue abaixo trecho retirado do mais recente relatório do Gartner, divulgado em novembro de 2009, sobre ferramentas de integração de dados.
A Informatica segue como líder de mercado, seguida por perto pela IBM:

Pontos Fortes
- É o fornecedor mais reconhecido no mundo empresarial.
- Apesar das condições do mercado de 2009 e forte concorrência, a Informatica tem continuado a crescer, organicamente e através de aquisições.
-Lançamento da versão 9, que reúne a integração de dados e a qualidade de dados, alinhado com a nova tendência do mercado de consolidação destas duas classes de tecnologia.
Cuidados
- Forte concorrência de grandes fornecedores (IBM, Microsoft, Oracle e SAP).
- É uma das soluções de integração de dados mais caras do mercado e continua enfrentando um concorrentes com menores custos
Segue abaixo trecho retirado do mais recente relatório do Gartner, divulgado em novembro de 2009, sobre ferramentas de integração de dados.
A Informatica segue como líder de mercado, seguida por perto pela IBM:
Pontos Fortes
- É o fornecedor mais reconhecido no mundo empresarial.
- Apesar das condições do mercado de 2009 e forte concorrência, a Informatica tem continuado a crescer, organicamente e através de aquisições.
-Lançamento da versão 9, que reúne a integração de dados e a qualidade de dados, alinhado com a nova tendência do mercado de consolidação destas duas classes de tecnologia.
Cuidados
- Forte concorrência de grandes fornecedores (IBM, Microsoft, Oracle e SAP).
- É uma das soluções de integração de dados mais caras do mercado e continua enfrentando um concorrentes com menores custos
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Artigo sobre Performance e Conceitos atuias do PowerCenter 8
Segue abaixo o link do artigo “Getting the most out of your Informatica PowerCenter 8 Environment”.
Este artigo é muito interessante para desenvolvedores e analistas que trabalham com o PowerCenter 8 e destaca os conceitos atuais sobre performance e a arquitetura 64 bits.
http://www.element61.be/e/resourc-detail.asp?ResourceId=57
Abraço
Marcos David M Caliman
Este artigo é muito interessante para desenvolvedores e analistas que trabalham com o PowerCenter 8 e destaca os conceitos atuais sobre performance e a arquitetura 64 bits.
http://www.element61.be/e/resourc-detail.asp?ResourceId=57
Abraço
Marcos David M Caliman
Origem do comando IIF
Após merecidas férias volto a postar neste blog.
Hoje o post é um desafio.
Alguém saberia me dizer por que comando condicional "SE" no PowerCenter chama-se IIF e não IF?
Abraço a todos
Marcos David M Caliman
Hoje o post é um desafio.
Alguém saberia me dizer por que comando condicional "SE" no PowerCenter chama-se IIF e não IF?
Abraço a todos
Marcos David M Caliman
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Pushdown Optimization - Uma Breve Introdução
O tema de hoje é Pushdown Optimization, um dos mais recentes plug-ins lançados pela Informatica para otimização de cargas pelo PowerCenter.
A ideia do Pushdown é passar toda ou parte da lógica de um mapping para instruções SQL que são diretamente executadas no banco de dados.
Imagine um ambiente aonde o processo de carga execute na madrugada com um servidor sobrecarregado do PowerCenter e existam recursos disponíveis no banco de dados. Este é o cenário recomendado para utilização do Pushdown: utilizar os recursos disponíveis no banco de dados e minimizar a sobrecarga no servidor do PowerCenter.
Quando o plug-in do Pushdown é instalado, uma nova aba dentro da edição da session é criada. Sua utilização é bem fácil, o próprio PowerCenter, caso seja possível, gerará um SQL que representa toda a lógica do mapa construído. Dessa forma, você pode aplicar a técnica do Pushdown em mappings já construídos.
O Pushdown pode ser utilizado nos seguintes bancos de dados:
- Oracle 9.x and above
- IBM DB2
- Teradata
- Microsoft SQL Server
- Sybase ASE
- Databases que usam ODBC drivers
Tipos de Pushdown
Source-Side: O Integration Service passa a maior parte da lógica do mapping para o banco de dados Source.
Target-Side: O Integration Service passa a maior parte da lógica do mapping para o banco de dados Target.
Full Pushdown: O Integration Service passa a maior parte da lógica para ambos os bancos Source e Target.
Conclusão
Eu realizei alguns testes com o Pushdown e na prática ele ainda falta amadurecer muito.
O plug-in consegue apenas converter mapas que possuem uma lógica bem simples, sem expressions e outros componentes. Na maioria dos casos você terá que fazer adaptações no mapa para que o script seja gerado.
A ideia de passar parte do processamento para o banco de dados foi uma ótima jogada da Informatica, porém ficamos no aguardo para que a próxima versão deste plug-in possa ser mais bem utilizada em ambientes que há tempos necessitam de ganho de performance.
Uma alternativa para este problema é o plug-in de Real-Time, lançado recentemente pela Informatica, onde os dados são enviados para o ambiente de BI próximo ao tempo real. Com certeza esse tipo de arquitetura será testada e implementada nas empresas que possuem grande volumes de dados dentro dos próximos 5 anos.
Abraço,
Marcos David Caliman
A ideia do Pushdown é passar toda ou parte da lógica de um mapping para instruções SQL que são diretamente executadas no banco de dados.
Imagine um ambiente aonde o processo de carga execute na madrugada com um servidor sobrecarregado do PowerCenter e existam recursos disponíveis no banco de dados. Este é o cenário recomendado para utilização do Pushdown: utilizar os recursos disponíveis no banco de dados e minimizar a sobrecarga no servidor do PowerCenter.
Quando o plug-in do Pushdown é instalado, uma nova aba dentro da edição da session é criada. Sua utilização é bem fácil, o próprio PowerCenter, caso seja possível, gerará um SQL que representa toda a lógica do mapa construído. Dessa forma, você pode aplicar a técnica do Pushdown em mappings já construídos.
O Pushdown pode ser utilizado nos seguintes bancos de dados:
- Oracle 9.x and above
- IBM DB2
- Teradata
- Microsoft SQL Server
- Sybase ASE
- Databases que usam ODBC drivers
Tipos de Pushdown
Source-Side: O Integration Service passa a maior parte da lógica do mapping para o banco de dados Source.
Target-Side: O Integration Service passa a maior parte da lógica do mapping para o banco de dados Target.
Full Pushdown: O Integration Service passa a maior parte da lógica para ambos os bancos Source e Target.
Conclusão
Eu realizei alguns testes com o Pushdown e na prática ele ainda falta amadurecer muito.
O plug-in consegue apenas converter mapas que possuem uma lógica bem simples, sem expressions e outros componentes. Na maioria dos casos você terá que fazer adaptações no mapa para que o script seja gerado.
A ideia de passar parte do processamento para o banco de dados foi uma ótima jogada da Informatica, porém ficamos no aguardo para que a próxima versão deste plug-in possa ser mais bem utilizada em ambientes que há tempos necessitam de ganho de performance.
Uma alternativa para este problema é o plug-in de Real-Time, lançado recentemente pela Informatica, onde os dados são enviados para o ambiente de BI próximo ao tempo real. Com certeza esse tipo de arquitetura será testada e implementada nas empresas que possuem grande volumes de dados dentro dos próximos 5 anos.
Abraço,
Marcos David Caliman
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Furnas investe na integração de dados
Decision Report 28/10/2009
Maior geradora estatal de energia elétrica do Brasil, a Furnas fechou contrato com a Informatica Corporation para migrar as informações de seu legado em ambiente mainframe para um sistema de gestão corporativa (ERP).
O projeto piloto terá duração de quatro meses e envolve os departamentos Financeiro e de RH, o que possibilitará a automação e o armazenamento de todas as informações de negócios em um único sistema.
Até então, a geradora não possuía um sistema integrado de ERP e por isso, os colaboradores encontravam dificuldades em acessar as informações estratégicas para a tomada de decisões.
Todos os dados ficam armazenados em bases de dados, como CA-Datacom e IBM-DB2. O objetivo do projeto é utilizar as soluções da Informatica Corporation para facilitar o processo de migração de informações desses sistemas proprietários para o ERP.
Parte integral da plataforma da Informatica Corporation, o PowerCenter auxiliará a Furnas a entregar aos usuários do ERP dados confiáveis. Após a aplicação da solução de integração dos dados, uma tecnologia de garantia da qualidade das informações será usada para aperfeiçoar os processos de negócios das áreas envolvidas.
O processo de implementação será acompanhado por uma equipe de usuários e uma equipe de desenvolvimento de Furnas, para que a empresa tenha um melhor controle sobre os dados.
Fonte: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=5426&sid=31
Maior geradora estatal de energia elétrica do Brasil, a Furnas fechou contrato com a Informatica Corporation para migrar as informações de seu legado em ambiente mainframe para um sistema de gestão corporativa (ERP).
O projeto piloto terá duração de quatro meses e envolve os departamentos Financeiro e de RH, o que possibilitará a automação e o armazenamento de todas as informações de negócios em um único sistema.
Até então, a geradora não possuía um sistema integrado de ERP e por isso, os colaboradores encontravam dificuldades em acessar as informações estratégicas para a tomada de decisões.
Todos os dados ficam armazenados em bases de dados, como CA-Datacom e IBM-DB2. O objetivo do projeto é utilizar as soluções da Informatica Corporation para facilitar o processo de migração de informações desses sistemas proprietários para o ERP.
Parte integral da plataforma da Informatica Corporation, o PowerCenter auxiliará a Furnas a entregar aos usuários do ERP dados confiáveis. Após a aplicação da solução de integração dos dados, uma tecnologia de garantia da qualidade das informações será usada para aperfeiçoar os processos de negócios das áreas envolvidas.
O processo de implementação será acompanhado por uma equipe de usuários e uma equipe de desenvolvimento de Furnas, para que a empresa tenha um melhor controle sobre os dados.
Fonte: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=5426&sid=31
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Vivo economiza US$ 28 milhões com data warehouse
Projeto da operadora unificou dados de seis empresas, que transacionavam cerca de 2 bilhões de registros diários.
Por Rodrigo Afonso, da COMPUTERWORLD*
21 de outubro de 2009 - 07h15
Criada a partir de seis empresas de telecomunicações, a operadora Vivo se viu diante de um grande desafio no processo de unificação das companhias: reunir, em um único data warehouse corporativo (ou repositório de dados), todas as informações de seus mais de 46 milhões de clientes. O cenário era complexo. As empresas reunidas contavam com ferramentas de diversos fornecedores de business intelligence (BI), diferentes processos e mais de mil usuários.
Tudo isso gerava um tempo de resposta muito alto para a operadora. Para solucionar o problema, a empresa optou pela integração de todos os sistemas na plataforma da Teradata. Esta tarefa envolveu 40 áreas de negócios e 100 usuários concentrados no projeto, focados em integrar 2 bilhões de registros diários. Hoje, o tamanho do banco de dados é de 100 terabytes.
Para chegar à receita ideal, a extração e a análise de dados ficou a cargo de solução da MicroStrategy e todo o processo de desenvolvimento teve relação estreita com a área de negócios. A ordem era não implementar nada que não partisse de uma necessidade dessas áreas. Resultado: uma economia de 28 milhões de dólares.
Deste valor, 15 milhões de dólares foram economizados com impostos, segundo Daniela Calaes, gerente de sistemas de BI da Vivo, que falou em evento da Teradata realizado esta semana em Washington (EUA). Além disso, ao conseguir obter um retrato mais fiel dos consumidores com potencial para se tornarem devedores, a Vivo conseguiu reduzir em 13 milhões de dólares a receita perdida em situações de clientes devedores.
Outro benefício, de acordo com Daniela, foi a possibilidade de dirigir melhor campanhas de marketing para incentivar o consumo de diferentes produtos por clientes com potencial para aumentar gastos. E a própria rede e a cobertura tiveram melhorias. A partir das ferramentas de análise, a Vivo avaliou comportamentos atuais e históricos da rede para otimizar seu uso, identificar falhas e ampliar a infraestrutura onde fosse necessário. Assim, o custo da manutenção caiu em 20% e a capacidade da rede foi ampliada.
Para o futuro, a empresa prepara a integração com a Telemig Celular, cuja conclusão da compra foi realizada em abril do ano passado, e a implementação de novos módulos de informações, que já estão sendo requeridos pelas áreas de negócios. A área de TI da companhia quer também o aumento da performance do data warehouse, buscando garantir a informação sempre em tempo real.
Implementada a ferramenta, a meta agora é transformar o data warehouse na única fonte de dados da companhia, integrando todas as informações isoladas que ainda persistem na corporação.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2009/10/20/vivo-economiza-us-15-milhoes-com-integracao-de-data-warehouse/
Por Rodrigo Afonso, da COMPUTERWORLD*
21 de outubro de 2009 - 07h15
Criada a partir de seis empresas de telecomunicações, a operadora Vivo se viu diante de um grande desafio no processo de unificação das companhias: reunir, em um único data warehouse corporativo (ou repositório de dados), todas as informações de seus mais de 46 milhões de clientes. O cenário era complexo. As empresas reunidas contavam com ferramentas de diversos fornecedores de business intelligence (BI), diferentes processos e mais de mil usuários.
Tudo isso gerava um tempo de resposta muito alto para a operadora. Para solucionar o problema, a empresa optou pela integração de todos os sistemas na plataforma da Teradata. Esta tarefa envolveu 40 áreas de negócios e 100 usuários concentrados no projeto, focados em integrar 2 bilhões de registros diários. Hoje, o tamanho do banco de dados é de 100 terabytes.
Para chegar à receita ideal, a extração e a análise de dados ficou a cargo de solução da MicroStrategy e todo o processo de desenvolvimento teve relação estreita com a área de negócios. A ordem era não implementar nada que não partisse de uma necessidade dessas áreas. Resultado: uma economia de 28 milhões de dólares.
Deste valor, 15 milhões de dólares foram economizados com impostos, segundo Daniela Calaes, gerente de sistemas de BI da Vivo, que falou em evento da Teradata realizado esta semana em Washington (EUA). Além disso, ao conseguir obter um retrato mais fiel dos consumidores com potencial para se tornarem devedores, a Vivo conseguiu reduzir em 13 milhões de dólares a receita perdida em situações de clientes devedores.
Outro benefício, de acordo com Daniela, foi a possibilidade de dirigir melhor campanhas de marketing para incentivar o consumo de diferentes produtos por clientes com potencial para aumentar gastos. E a própria rede e a cobertura tiveram melhorias. A partir das ferramentas de análise, a Vivo avaliou comportamentos atuais e históricos da rede para otimizar seu uso, identificar falhas e ampliar a infraestrutura onde fosse necessário. Assim, o custo da manutenção caiu em 20% e a capacidade da rede foi ampliada.
Para o futuro, a empresa prepara a integração com a Telemig Celular, cuja conclusão da compra foi realizada em abril do ano passado, e a implementação de novos módulos de informações, que já estão sendo requeridos pelas áreas de negócios. A área de TI da companhia quer também o aumento da performance do data warehouse, buscando garantir a informação sempre em tempo real.
Implementada a ferramenta, a meta agora é transformar o data warehouse na única fonte de dados da companhia, integrando todas as informações isoladas que ainda persistem na corporação.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2009/10/20/vivo-economiza-us-15-milhoes-com-integracao-de-data-warehouse/
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